Mentira: Entre a diversão e o mau uso
Por: Guilherme Gomes - 3º Semestre de Jornalismo ISCA FaculdadesO ditado diz que mentira tem perna curta, mas o mau uso pode prejudicar muito a vida pessoal e profissional humana
Quem
nunca leu a história do Pinóquio ou ouviu o ditado que mentira tem perna curta,
quem nunca mentiu na vida? Peças pregadas nas pessoas, gravidez, namoro, mortes
e assuntos em geral estão estre os preferidos para os mentirosos.
A
data é comemorada em países como Brasil, França, Itália, Reino Unido e EUA no
primeiro dia do mês de abril e em 28 de dezembro em locais como Espanha e os
países hispânicos. Muitos sites utilizam notícias falsas, lançam produtos
inexistentes e geram expectativas que acabam “indo por água abaixo” quando
revelada a frase “primeiro de abril”, com risos no final.
Uma
das primeiras peças pregadas no dia da mentira foi o Kremvax, depois Google,
Wikipédia, Youtube, Orkut e outras mídias utilizavam e utilizam da data para
armadilhas aos usuários. Fatos marcantes também como a plantação de espaguete
divulgado pela emissora BBC, em 1957. O astrônomo britânico Patrick Moore
anunciou na rádio BBC2 que às 9h47 de 1º de abril de 1976, os planetas iriam se
alinhar e que seria possível sentir uma leve flutuação. Chegada a hora,
diversos telefonemas foram direcionados a rádio de ouvintes relatando “fatos
estanhos”, horas depois tudo foi revelado.
Segundo
especialistas a repetição de mentiras pode afetar o desenvolvimento social e
profissional do indivíduo. “A pessoa aprende a
mentir, e a partir do momento que ela percebe que mentir faz ela se esquivar
dos problemas, a mentira vai se tornando presente cada vez mais na vida dela, e
quando o outro percebe, pode gerar consequências muito ruins, como a falta de
confiança, que é algo essencial para um bom relacionamento”, cita a psicóloga Adriana Visioli. O
desenvolvimento profissional também é atingido quando as mentiras chegam ao
ambiente de trabalho, a honestidade nestes ambientes é essencial e
intransferível.
O dia da
mentira é uma exceção para a mentira, logicamente, nas brincadeiras, não comprometendo à vida ou informações e pessoas e não se passando de um primeiro de abril.







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